Agradecimento
sábado, 12 de novembro de 2011
Cunard Line A história do Mauretania.Parte 1
No final do século 19, a Cunard Steamship Companhia encontrava-se em uma posição difícil. Uma decisão anterior para gerar mais lucro, utilizando menor, mais lento, as embarcações mais eficientes no Atlântico Norte levou a classe a muito bem sucedida "intermediário" do navio. Navios como o "Saxonia" cruzou o Atlântico a uma velocidade média de 15 nós com consumo de combustível muito baixo, mas a empresa descobriu que ele estava perdendo passageiros para os concorrentes que tinham concentrado em velocidade e luxo. Mais recentes navios da Cunard, 'Campania' e 'Lucania', apesar de ser construído para a velocidade, foram ultrapassados pelos navios alemães cujos proprietários (com ajuda do governo) tivesse continuado desenvolvimento de transatlânticos rápido. A Fita Azul para o mais rápido travessia do Atlântico, leste ou oeste , tinha sido detido por uma sucessão de navios alemães desde 1897. Em maio de 1901, a bordo Cunard começou a discutir a construção de dois novos navios a vapor rápido e seu departamento técnico desenvolveu um projecto de proposta para um navio de cerca de 700 metros de comprimento com uma velocidade de serviço de 23 nós transportando 2.000 passageiros. Em fevereiro as especificações seguinte esboço ano foram enviados a quatro estaleiros para custeio, desenvolvimento e discussão.
domingo, 16 de outubro de 2011
OS ANIMAIS A BORDO DO TITANIC
O canil do RMS Titanic ficava no Deck F, logo após a 4ª chaminé. No dia 15 de abril de 1912, durante a viagem do RMS Titanic, haveria uma pequena exposição de cães de raça da elite da Primeira Classe. Uma contagem oficial relata ser 11 cães de raça:
01 - Um Pekinese (Henry Sleeper Harper)
02 - Um Chow Chow (Harry Anderson)
03 - Um French Bulldog (Robert Williams Daniel)
04 - Um Pomeranian (Margaret Bechstein Hays)
05 - Um Pomeranian (Elizabeth Jane Anne Rothschild)
06 - Um Great Dane, poderia ser um Saint Bernard (Ann Isham)
07 - Um Airedale (John Jacob Astor)
08 - Um King Charles Spaniel (William Ernest Carter)
09 - Um King Charles Spaniel (William Ernest Carter)
10 - Um sem raça confirmada (Helen Bishop)
11 - Um sem raça confirmada (William Crothers Dulles)
Uma contagem não oficial relata ser 14 cães de raça, além da relação acima, consta:
12 - Um Airedale (William Ernest Carter)
13 - Um sem raça definida (John Jacob Astor)
14 - Um Borzoi (Edward John Smith)
Esses últimos três cães da relação não oficial, com certeza são erros de interpretação ou de informação, pois para William Carter consta somente os dois pequenos cães da raça King Charles Spaniel. Para John Jacob Astor apenas um Airedale e no caso do Capitão Smith vemos que o erro é mais grosseiro ainda, pois há relatos de que o cão do Capitão desceu antes da viagem inaugural, ficando em terra firme.
Além dos cães da Primeira Classe que seriam mostrados na exposição canina, ainda estava a bordo:
- Uma gata com filhotes que desembarcou em Southampton.
- Um número indeterminado de aves de capoeira da senhora Marie Grice Young
- Alguns pássaros em gaiolas.
A relação acima ( com exceção da gata ) são de animais da primeira classe, não há nenhuma informação sobre os animais, eventualmente, para a segunda ou terceira classe, provavelmente devido ao valor da tarifa que não era barato, pois para os animais de estimação era cobrado o mesmo valor de passagem de uma criança.
Na noite do naufrágio provavelmente foi John Jacob Astor que libertou os cães de pequeno e grande porte para não morrerem afogados. A White Star Line às vezes permitia que cães de pequeno porte ficassem com seus donos na própria cabine.
Um jornal local colocou a seguinte manchete na época: "Sobrevivente do Titanic encontra um monstro do mar". O fato curioso ocorreu entre o French Bulldog e o senhor Richard Norris Williams II, passageiro da primeira classe. Richard Williams imaginou ter visto um monstro no oceano, a princípio pensou ser alucinações por causa do frio, somente depois soube que se tratava de um cão. James Cameron retratou essa cena no seu filme Titanic, mas a mesma foi excluída da edição final.
01 - Um Pekinese (Henry Sleeper Harper)
02 - Um Chow Chow (Harry Anderson)
03 - Um French Bulldog (Robert Williams Daniel)
04 - Um Pomeranian (Margaret Bechstein Hays)
05 - Um Pomeranian (Elizabeth Jane Anne Rothschild)
06 - Um Great Dane, poderia ser um Saint Bernard (Ann Isham)
07 - Um Airedale (John Jacob Astor)
08 - Um King Charles Spaniel (William Ernest Carter)
09 - Um King Charles Spaniel (William Ernest Carter)
10 - Um sem raça confirmada (Helen Bishop)
11 - Um sem raça confirmada (William Crothers Dulles)
Uma contagem não oficial relata ser 14 cães de raça, além da relação acima, consta:
12 - Um Airedale (William Ernest Carter)
13 - Um sem raça definida (John Jacob Astor)
14 - Um Borzoi (Edward John Smith)
Esses últimos três cães da relação não oficial, com certeza são erros de interpretação ou de informação, pois para William Carter consta somente os dois pequenos cães da raça King Charles Spaniel. Para John Jacob Astor apenas um Airedale e no caso do Capitão Smith vemos que o erro é mais grosseiro ainda, pois há relatos de que o cão do Capitão desceu antes da viagem inaugural, ficando em terra firme.
Além dos cães da Primeira Classe que seriam mostrados na exposição canina, ainda estava a bordo:
- Uma gata com filhotes que desembarcou em Southampton.
- Um número indeterminado de aves de capoeira da senhora Marie Grice Young
- Alguns pássaros em gaiolas.
A relação acima ( com exceção da gata ) são de animais da primeira classe, não há nenhuma informação sobre os animais, eventualmente, para a segunda ou terceira classe, provavelmente devido ao valor da tarifa que não era barato, pois para os animais de estimação era cobrado o mesmo valor de passagem de uma criança.
Na noite do naufrágio provavelmente foi John Jacob Astor que libertou os cães de pequeno e grande porte para não morrerem afogados. A White Star Line às vezes permitia que cães de pequeno porte ficassem com seus donos na própria cabine.
Um jornal local colocou a seguinte manchete na época: "Sobrevivente do Titanic encontra um monstro do mar". O fato curioso ocorreu entre o French Bulldog e o senhor Richard Norris Williams II, passageiro da primeira classe. Richard Williams imaginou ter visto um monstro no oceano, a princípio pensou ser alucinações por causa do frio, somente depois soube que se tratava de um cão. James Cameron retratou essa cena no seu filme Titanic, mas a mesma foi excluída da edição final.
APÓS 101 ANOS, VÍTIMA DO TITANIC GANHA LÁPIDE
m adolescente que teria sido a primeira vítima do RMS Titanic, durante a sua construção em 1910, recebeu uma lápide em seu túmulo.
No dia 20 de abril de 1910, aos 15 anos, Samuel Scott, fraturou o crânio, enquanto trabalhava na construção do navio, no estaleiro da Harland & Wolff. Seu enterro ocorreu em um túmulo simples no Belfast City Cemetery.
No dia 29 de julho de 2011, uma lápide com o seu nome foi colocada junto ao túmulo, como parte do “Feile an Phobail Festival”.
Dentre as várias personalidades importantes no Festival, estava presente o escritor Nicola Pierce, que recentemente escreveu um livro contando a vida de Samuel Scott, trazendo assim a história da vítima esquecida.
O Livro Spirit of the Titanic aborda a história trágica do personagem principal. A temática do livro é o fantasma de Samuel que após a construção do navio passa a assombrá-lo.
“As crianças realmente parecem gostar deste tipo de narração. Samuel tem uma missão especial. Ninguém sabe que ele está lá, é como um fantasma, ele se sente muito ligado ao Titanic”, disse o autor Nicola Pierce.
Margaret Scott Donnelly (sobrinha de Samuel) e John Andrews (sobrinho de Thomas Andrews) também participaram do evento.
Fonte: Belfast Telegraph
No dia 20 de abril de 1910, aos 15 anos, Samuel Scott, fraturou o crânio, enquanto trabalhava na construção do navio, no estaleiro da Harland & Wolff. Seu enterro ocorreu em um túmulo simples no Belfast City Cemetery.
No dia 29 de julho de 2011, uma lápide com o seu nome foi colocada junto ao túmulo, como parte do “Feile an Phobail Festival”.
Dentre as várias personalidades importantes no Festival, estava presente o escritor Nicola Pierce, que recentemente escreveu um livro contando a vida de Samuel Scott, trazendo assim a história da vítima esquecida.
O Livro Spirit of the Titanic aborda a história trágica do personagem principal. A temática do livro é o fantasma de Samuel que após a construção do navio passa a assombrá-lo.
“As crianças realmente parecem gostar deste tipo de narração. Samuel tem uma missão especial. Ninguém sabe que ele está lá, é como um fantasma, ele se sente muito ligado ao Titanic”, disse o autor Nicola Pierce.
Margaret Scott Donnelly (sobrinha de Samuel) e John Andrews (sobrinho de Thomas Andrews) também participaram do evento.
Fonte: Belfast Telegraph
JÓIA EM EXPOSIÇÃO É ROUBADA
Um colar usado por uma passageira durante a viagem do Titanic, que naufragou em 1912, foi furtado. O artefato, que vale em torno de 14 mil euros (+/- R$ 33 mil), desapareceu durante uma exposição em Copenhague, na Dinamarca. O furto aconteceu no último sábado, dia 17, em um centro de exposições no Parque Tivoli, no centro da capital dinamarquesa.
“Os ladrões conseguiram fazer o furto sem que o alarme tocasse. Nós achamos que eles não eram profissionais, porque havia jóias muito mais valiosas na exposição”, disse Torben Plank, porta-voz da exposição.
Provavelmente, a peça pertencia a Eleanor Widener, que sobreviveu ao naufrágio, mas há indícios de que a jóia tenha sido encontrada no casaco de um mordomo que morreu no acidente, cujo corpo foi resgatado.
“Os ladrões conseguiram fazer o furto sem que o alarme tocasse. Nós achamos que eles não eram profissionais, porque havia jóias muito mais valiosas na exposição”, disse Torben Plank, porta-voz da exposição.
Provavelmente, a peça pertencia a Eleanor Widener, que sobreviveu ao naufrágio, mas há indícios de que a jóia tenha sido encontrada no casaco de um mordomo que morreu no acidente, cujo corpo foi resgatado.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Você sabia que no Titanic existia uma barbearia com loja de souvenir?
A barbearia da primeira e segunda classe, além do serviço tradicional, vendia muitos artigos similares de souvenir. Funcionavam das 7h00min às 19h00min. Tinham o serviço de barbeado, corte de cabelo e massagem capilar. Os preços variavam entre U$0,25 a U$1,00.
Trecho do livro Titanic - The Ship Magnificent:
“A barbearia da segunda classe era similar à barbearia da primeira classe (…) onde os passageiros poderiam comprar bens ou lembranças, muitos com gravação do nome do navio e o logotipo da White Star Line; isto incluía artigos como penas, carteiras, fitas, bandeiras, colheres, placas comemorativas, cartões e ironicamente, pequenos anéis de noivado (...)”
A barbearia com loja de souvenir
da primeira classe ficava localizada no Deck C
próximo a Grande Escadaria de proa.
A barbearia com loja de souvenir
da segunda classe ficava localizada no Deck E
próxima a entrada da Segunda Classe.
Retirado Do site TITANIC MOMENTOS
Trecho do livro Titanic - The Ship Magnificent:
“A barbearia da segunda classe era similar à barbearia da primeira classe (…) onde os passageiros poderiam comprar bens ou lembranças, muitos com gravação do nome do navio e o logotipo da White Star Line; isto incluía artigos como penas, carteiras, fitas, bandeiras, colheres, placas comemorativas, cartões e ironicamente, pequenos anéis de noivado (...)”
A barbearia com loja de souvenir
da primeira classe ficava localizada no Deck C
próximo a Grande Escadaria de proa.
A barbearia com loja de souvenir
da segunda classe ficava localizada no Deck E
próxima a entrada da Segunda Classe.
Retirado Do site TITANIC MOMENTOS
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